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Mês: julho 2019

Facebook ou Instagram: qual rede social usar no meu negócio?

Marcar presença digital nas mídias sociais é importante para criar mais conexão com seu clientes e possíveis consumidores, aumentando a consciência da marca (awareness) e alavancando vendas. 

Mesmo que existam várias possibilidades de redes e mídias sociais, os queridinhos dos brasileiros são mesmo Facebook e Instagram

E como quem usa as redes sociais comercialmente também já sabe disso, aí surge a dúvida: qual delas escolher para manter relacionamento com o público-alvo? 

E é justamente nisso que vamos falar hoje. 

Instagram

Fundado em 2010, nos Estados Unidos, pelo americano Kevin Systrom e o brasileiro Mike Krieger (Brasil é sinistro!), o Instagram originalmente era um aplicativo para publicação de fotos que oferecia filtros de edição rápida. 

Em menos de 2 anos, ele fez tanto sucesso que já tinha mais de 100 milhões de usuários ativos. 

E aí despertou o interesse de Mark Zuckerberg que comprou o aplicativo, em 2012, e não demorou a transformá-lo em rede social. 

Instagram está entre as redes sociais mais usadas do mundo

Em outubro de 2018, o aplicativo já tinha cerca de 1 bilhão de usuários ativos segundo os dados mais recentes divulgados pelo  Global Digital Report 2018

Já em nosso país, o uso dessa social media realmente não para de crescer principalmente entre jovens (o que é um fenômeno mundial) e mulheres. 

Embora esteja instalado em 65% dos celulares dos brasileiros de acordo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box: Mensageria no Brasil, que foi divulgada em fevereiro de 2019, o Instagram está entre as mais acessadas.

Mas, ainda não tem a maior quantidade de usuários embora o mesmo estudo tenha revelado ainda que o grau de fidelidade ao app é grande (84% dos brasileiros que têm Insta o acessam diariamente ou quase isso).

Isso porque o Facebook continua liderando o ranking de redes sociais mais usadas em nosso país enquanto o Instagram é a 4ª rede social mais usada no Brasil. Já o YouTube ocupa a 2ª posição no ranking e o WhatsApp a terceira. 

Comportamento dos usuários no Instagram

  • Interagem com marcas na plataforma
  • Gostam de seguir celebridades 
  • Usam para ficar por dentro das novidades
  • Entendem Instagram como rede social para se divertir 
  • Gostam de descobrir no feed coisas e fotos alegres e surpreendentes
  • Compartilham ao menos 1 imagem semanalmente
  • Compartilham assuntos diversos nos stories

Instagram para empresas 

Nos últimos anos, essa rede social vem conectando marcas e pessoas de forma criativa, descontraída e que trazem bastante resultado. 

Segundo o Business Instagram, 80% das pessoas que têm conta seguem ao menos 1 empresa. 

Quer saber mais sobre publicidade online na rede social queridinha dos jovens e das brasileiras? 

Assista nosso webinar Fundamentos do Instagram Ads, com Caio Mattos.

Facebook

Fundada em 2004, pelo então universitário Mark Zuckerberg, na Universidade de Harvard (EUA), a maior rede social do mundo tem hoje 2,3 bilhões de usuários ativos de acordo com informações do Facebook. 

Além disso, o Brasil é o 4º país que mais usa a rede social, segundo o site Static, com 120 milhões de perfis ativos (julho/2019). 

O BR só fica atrás da Índia (com maior número de usuários), Estados Unidos e Indonésia.  

Para quem não se lembra, em seus primórdios, o Facebook era bem similar ao finado Orkut (que revela um pouco da minha idade rsrs). 

Mas, com o passar dos anos, ele foi ganhando vários recursos, como o botão Curtir (em 2009) e transmissões ao vivo (em 2015), só para lembrar alguns.

Facebook Ads 

Ao longo desses 15 anos de rede social, as empresas começaram a notar que era possível conquistar mais clientes por meio do Facebook e até mesmo aumentar a consciência da marca. 

Foi aí que começaram os investimentos em conteúdo para redes sociais que vão muito além das postagens. Isso porque envolve todo um processo que inclui:

Diante dessa nova realidade, nasceu então o Facebook Ads que é uma plataforma exclusiva para configurar anúncios online nas plataformas que são propriedades de Mark Zuckerberg (no caso Facebook e Instagram). 

Além de gerar novos negócios e aumentar o faturamento das empresas, a popularização do Facebook também colaborou para o surgimento de novas carreiras no Marketing Digital como Analista de Redes Sociais e até mesmo (pegando carona com o Google Ads) a função Analista de Mídias Paga.

Comportamento dos usuários no Facebook   

  • Usam a plataforma para fazer negócios
  • Consideram-se conectados quando estão usando o Facebook
  • Entendem a rede social como fonte de informação
  • Compartilham ao menos 1 conteúdo semanalmente

Melhores práticas para Facebook e Instagram

melhores práticas para Instagram e Facebook

O blog Facebook for Media disponibilizou algumas dicas de como produzir conteúdo para as duas redes sociais de Mark Zuckerberg.

Autenticidade, diversidade de formatos e frequência de publicação são os destaques.

Confira:   

  • A primeira recomendação é publicar vídeos somente com efeitos da própria plataforma e sem edições profissionais (porque não parece natural, o que dificulta criar conexão real entre influenciadores e seguidores). Ou seja, conversar de ser humano para ser humano é a dica oficial do Facebook e Instagram.
  • Conhecer seu público por meio de dados disponíveis tanto no Facebook quanto no Instagram é fundamental para oferecer conteúdo que faça sentido para eles. Em casos de lives, a recomendação é agradecer comentários e reservar o tempo final para responder dúvidas de quem participou com você. 
  • Faça postagens regularmente com conteúdos variados. Isso porque algumas pessoas podem preferir vídeos enquanto outras textos ou fotos. Além disso, Facebook e Instagram recomendam que os conteúdos tenham novidades.  
  • Também diversifique os formatos de conteúdo nos Stories, mas sem variar a frequência. Então a dica oficial é misturar fotos e vídeos. 

Instagram ou Facebook: qual rede social usar no meu negócio

Para responder essa pergunta, você precisa conhecer bem seu público-alvo

Isso porque será necessário criar formas interessantes e assertivas de se comunicar e se relacionar com ele. 

Facilita bastante no processo criar personas principalmente quando sua empresa tem um público bem variado que inclui, por exemplo, mulheres e homens de diferentes idades.

Então se parte é usuário assíduo do Facebook, as ações e estratégias precisam ser totalmente diferentes daquelas planejadas para os usuários fiéis do Instagram. 

Até porque o comportamento de uma mesma pessoa é totalmente diferente em cada social media.  

Conclusão

As redes sociais são estratégicas para aumentar a consciência da marca e também começar uma conversa com seu target criando assim oportunidades de estreitar relacionamento. 

Mas, antes de investir em mídias sociais, é importante realizar um estudo sobre seu target para marcar presença digital nas redes certas

Além disso, é preciso entender que em cada plataforma, as pessoas buscam experiências diferentes e por isso se comportam de formas distintas. 

Então se você tem um público-alvo jovem, por exemplo, o Instagram é indispensável para ajudar a criar conexão por meio de campanhas criativas e descoladas. 

Já se o seu público incluir também pessoas mais velhas, vale a pena ter uma conta no Facebook. 

Lá você poderá manter relacionamento e se comunicar de diferentes formas com pessoas dessa faixa etária. 

Mas, vale lembrar que dependendo do seu público, ter perfil nas duas redes sociais pode ser a melhor estratégia. 

Para ajudar a tomar esse tipo de decisão, é recomendado utilizar personas para orientar o conteúdo a ser distribuído nas redes sociais. 

Para nós do Marketagem, por mais que tenhamos presença no Facebook e no LinkedIn, o Instagram tem sido a plataforma com melhor resultado.

Enquanto para a Search Lab, o conteúdo traciona muito mais no LinkedIn. 

Isso acontece por conta de serem públicos completamente diferentes com hábitos diferentes.

As duas redes sociais combinam com o público-alvo da sua empresa? Conte para a gente quais ações para Facebook e/ou Instagram são cases de sucesso do seu negócio.

Victor Baptista

Fundador do Marketagem

Como usar Mapa de Empatia para criar personas

Empatia na medida certa nunca é demais.

Tanto que até mesmo no mundo do Marketing Digital ela é bem-vinda inclusive para quem produz conteúdo.

Isso porque uma das ferramentas para criar personas é o mapa de empatia (empathy map em inglês).

Ele serve como base para que a equipe de Marketing de Conteúdo, por exemplo, se coloque no lugar do cliente ideal para identificar seus comportamentos, pensamentos, sentimentos e até as influências que recebe de terceiros.

Ou seja, o mapa de empatia é arma poderosa para criar conexão com pessoas que você deseja que seja seu cliente e também com aquelas que já são. 

Quer adotar o empathy map também na sua empresa?

É bem simples. Você pode escolher entre a versão digital e física.

Sendo que essa última pode ser feita com papel e post-it.

Ou então em portas de vidro, mural, flip chart, lousas, etc.

Para facilitar sua vida,  ao fim deste post você encontra um modelo de mapa de empatia editável que nós aqui do Marketagem preparamos. 

Mas, qual a definição de empatia mesmo? 

Essa habilidade cada vez mais valorizada no mundo contemporâneo já é alvo de estudo da Psicologia há décadas.

De acordo com Carl Rogers, um dos precursores da Psicologia Humanista, empatia é um processo que apresenta diferentes facetas sendo uma delas o ato de penetrar no mundo perceptivo do outro sentindo-se em casa nele. 

Resumindo: empatia é tentar se colocar no lugar do outro observando as coisas do ponto de vista dele.

É um exercício de pensar como ele pensaria, sentir como ele sentiria, fazer como ele faria, e por aí vai… 

O que é mapa de empatia então?

canvas mapa de empatia

Empathy map é uma ferramenta para aprofundar o conhecimento de targets e prospects na criação de personas, no desenvolvimento de produtos, serviços ou novos negócios, entre outros. 

O objetivo é a equipe tentar se colocar no lugar do usuário ou consumidor.

No caso do Inbound Marketing, por exemplo, é para criar empatia com clientes atuais e potenciais para oferecer a eles conteúdos relevantes de qualidade em sites, blogs, e-mail marketing, entre outros.

Sempre de acordo com o funil de marketing e a jornada do comprador. O que  facilita muito a conexão entre pessoas e marcas. 

O que a ferramenta pode revelar

Para criar personas de orientação do conteúdo é preciso ir além do básico (perfil demográfico, classe social, salário, faixa etária e estado civil).

É necessário conhecer também comportamentos, hábitos, desafios, motivações, etc. E aí entra pesquisa de persona e principalmente o mapa de empatia que pode revelar informações valiosas como:     

E aí entra pesquisa de persona e principalmente o mapa de empatia que pode revelar informações valiosas como:     

  • O que a persona precisa fazer diferente?
  • O que a persona vê?
  • O que a persona diz?
  • O que a persona faz?
  • O que a persona ouve?
  • O que a persona pensa e sente? 

Empathy Mapping Canvas: o que mudou na nova versão?

O mapa de empatia foi criado pelo autor e empresário americano Dave Gray (CEO da X Plane e autor do livro Gamestorming: Jogos corporativos para mudar, inovar e quebrar regras) como uma ferramenta de design para colocar as pessoas no centro de todo o processo. 

Fez tanto sucesso que o modelo logo começou a ser usado em famosas universidades americanas como Harvard e depois em inúmeras organizações em todo o mundo.

Mas, a popularidade da ferramenta acabou levando, em alguns casos, a alteração da ideia original dela (lembra do telefone sem fio?).

Por esse motivo, Gray decidiu criar uma nova versão: o Mapa de Empatia Canvas que deixa evidente por onde começar o processo. 

Novidades da ferramenta para gerar empatia

  •  Inclusão do Goal: é por onde você deve começar já que é nesse item que você vai definir no lugar de quem a equipe está se colocando e também algo que precisa ser feito (um comportamento observável).   
  • Numeração: o passo-a-passo que as pessoas que vão participar do empathy map devem trilhar está destacado na nova versão da ferramenta.Tudo foi estrategicamente ordenado pelo criador para facilitar ser mais empático.  
  • Fenômenos que não podem ser observados estão dentro da cabeça: sentimentos, pensamentos, dores e ganhos podem apenas ser especulados por intuição, mas não podem ser de fato observados. Por esse motivo têm que estar dentro da cabeça e ser a última parte do mapa de empatia. 

Mapa de Empatia: como usar corretamente

Se você não tem a nova edição Canvas ou alguma outra versão online, vale a pena fazer manualmente mesmo.

O importante é seguir o passo-a-passo certinho. 

  1. Comece pelo tópico “Quem estamos tentando ter empatia”
  2. Siga para o item 2 “O que eles precisam fazer” 
  3. Prossiga sempre na ordem até o fim
  4. Quando você chegar dentro da cabeça (“o que pensa e sente”), é importante separar dores de ganhos e concluir com outros pensamentos e sentimentos possíveis. 

Segundo Gray, o criador da ferramenta, para conseguir ter empatia é preciso primeiro observar o que está no exterior para então ir entendendo aos poucos o que se passa no interior da pessoa. 

O início: fora da cabeça

1- Quem é a persona? 

O primeiro passo para começar a tentar criar empatia usando o mapa é responder quem é a pessoa que você está tentando criar conexão.

Diga em que situação ela está e qual seu papel nela

2- O que a persona precisa fazer? 

No segundo passo, é hora de se colocar no lugar da persona para responder:

  • O que ela tem que fazer de maneira diferente?
  • Quais decisões precisa tomar?
  • Que emprego ela deseja conseguir?

Além disso, nesta etapa, é preciso perguntar: Como a equipe de Marketing de Conteúdo saberá se a persona tem obtido sucesso nisso tudo?

3- O que a persona vê?

Esse é o momento de tentar responder com o que a persona faz contato visual. 

  • O que vê nos ambientes dos quais faz parte e os que frequenta?
  • O que ela enxerga ao seu redor ?
  • O que vê as pessoas fazendo e falando? 
  • O que tem assistido?
  • O que está lendo?
  • O que tem visto em anúncios? E nos lugares que compra? 

4- O que a persona diz?  

No passo 4 do Mapa de Empatia, é o momento de se questionar: O que a persona anda falando por aí?

A resposta irá envolver tanto o que a equipe já sabe por meio de monitoramento quanto imagina que diria.

5- O que a persona faz?

Essa é a fase que o time observa o comportamento dos consumidores que estão no target e tenta prever o que a persona faria. 

6- O que a persona escuta?

Esse é o momento de saber o que a persona está ouvindo dos amigos, dos parentes, dos colegas de trabalho, dos influenciadores digitais, etc.

E também imaginar o que poderiam escutar. 

 Parte final: dentro da cabeça 

7- O que a persona pensa e sente?

  • Dores: quais seus medos, preocupações, dúvidas e frustrações
  • Ganhos: quais são suas necessidades, desejos, sonhos e aspirações 

E para finalizar: quais outros pensamentos e sentimentos motivariam os comportamentos dessa pessoa?

Mapa de empatia facilita a criação de personas

mapa-de-empatia-e-personas

É juntando dados reais obtidos com pesquisa de persona e as respostas encontradas no mapa de empatia que é possível criar esses personagens semi ficcionais.

E assim realizar a segmentação do seu público-alvo com base nas etapas do funil e da jornada do consumidor.

O que facilita bastante a conexão entre pessoas e marcas. 

Então mesmo que você use uma automação para gerar personas, não está livre do processo de levantar informações comportamentais e dados previamente.  

Principais Informações para criação de personas

Observe como as respostas do mapa de empatia respondem vários itens do questionário abaixo: 

  • Quem é o seu cliente em potencial do ponto de vista comportamental, físico e socioeconômico? 
  • Que temas relacionados ao seu segmento, a persona poderia ter interesse? 
  • Quais hábitos e hobbies do seu cliente em potencial? Como é a rotina dele?
  • Quais os principais desafios que a persona precisa encarar? O que impede ela de conquistar o que deseja? 
  • Qual  grau de instrução? 
  • Como ele se informa? Em quais veículos de comunicação? Que tipo de notícias e informações?
  • Quais são suas motivações? O que pretende conquistar? Por que ainda não conquistou? 
  • Como nosso conteúdo pode ser útil para ajudar essa persona? 

Exemplo de mapa de empatia online

Nós aqui do Marketagem, elaboramos um kit para criação de personas que contém um modelo de mapa de empatia em brancol para você baixar e personalizar. Confira só.

E aí? Curtiu o post? Deixe sua opinião nos comentários e não esqueça de assinar a nossa newsletter para receber conteúdo exclusivo sobre Marketing Digital.

Victor Baptista

Fundador do Marketagem

Mentoria, curso presencial e consultoria: entenda o que é cada um

Aprender coisas novas pode até turbinar seu currículo, mas o investimento em conhecimento pode resultar em algo além.

Tudo vai depender do seu real objetivo com aquele aprendizado. 

O curso de extensão presencial normalmente é a primeira opção que passa na cabeça de quem quer aprender e ainda ampliar a rede de contatos.

Mas, hoje em dia, existem outras alternativas que podem colaborar para sua realização profissional como, por exemplo, a mentoria.

Não sabe o que esperar dela? Acha que é uma mistura de consultoria com aulas normais em turmas? Então fique ligado porque esse post Marketagem é para você!

Cursos de extensão presenciais

São conjuntos de aulas ministradas pessoalmente por professores em turmas sobre determinado assunto que ele domina (independente de ter vivência no mercado).  

A base dos cursos de extensão, presenciais ou online, é a transferência de conhecimento por meio de teoria e exercícios para que o conteúdo explicado seja fixado pelo aluno (que pode ou não colocar os ensinamentos em prática fora de sala).

Normalmente, os estudantes assíduos que realizam todas as atividades propostas pelo professor recebem certificado de conclusão ao término. 

Quando curso presencial é a melhor opção para você

Se o seu foco é aprender mais sobre um determinado conteúdo ou ferramenta para ter um diferencial competitivo e ainda conhecer profissionais da área (o que facilita o networking), os cursos presenciais são recomendados para você.

Antes de realizar a matrícula, a dica é sempre conferir a grade curricular e quem são seus professores para ter certeza que as aulas irão atender suas expectativas.

Além disso, vale mais a pena aprender com quem tem vivência de mercado porque esse profissionais costumam relacionar o conteúdo com a prática, dando dicas e compartilhando cases.  

E você ainda entra em contato com outras pessoas que já atuam no mercado e até mesmo podem oferecer informações que vão fazer a diferença além da sala de aula como, por exemplo, compartilhar vagas abertas na empresa que trabalha ou que  algum conhecido é colaborador (às vezes até indicar você para uma entrevista de emprego) e por aí vai…

Aqui no Marketagem, temos o curso Meu Primeiro Cliente, que atende quem quer adquirir experiência e conhecimentos em Marketing Digital e quer vivenciar na prática a venda e execução de um projeto. 

Os alunos são apresentados para uma empresa, entendem as demandas dela e montam um projeto para atender o negócio ao decorrer do curso.

Na última aula, os alunos fazem uma apresentação do projeto em uma proposta comercial e se “der match” a empresa vira cliente, daí o nome do curso.

O que é mentoria

 

Quando você tem encontros com um especialista no assunto que quer aprender tendo como foco um objetivo profissional pré-determinado por você, isso é conhecido como mentoria.

Então na prática são aulas presenciais particulares personalizadas de acordo com a necessidade do aluno ministradas por experts no conteúdo abordado em cada módulo. 

Com grade curricular pensada especialmente para você, com base nos resultados que quer atingir na vida profissional, a mentoria requer conhecimento prévio de onde você está agora e onde pretende chegar. 

Por esse motivo, ao se matricular em uma mentoria Marketagem, é necessário participar de uma entrevista inicial para preenchimento de um formulário sobre seus objetivos com as aulas.

Dessa forma a personalização do conteúdo programático é feita junto com você.  

Como funciona a mentoria no Marketagem

  • No site, você tem acesso a uma grade curricular padrão que lista todos os assuntos que podem ser abordados naquela mentoria. Mas, o conteúdo das suas aulas vai variar de acordo com seu objetivo. Em uma Mentoria de Performance, por exemplo, você pode ter mais aulas de SEO e menos de e-mail (tudo será acordado no primeiro encontro). 
  • Depois que você entra em contato com a gente, é agendado um encontro para deixar bem claro seu objetivo com o aprendizado. Vamos supor que trabalhar no comercial de uma empresa seja seu plano. Então é aconselhado levar as vagas que pretende se candidatar. 
  • A maior parte das aulas (que são agendadas diretamente com o professor) é presencial. Mas, há um módulo online.
  •  Ao concluir a mentoria, há algumas horas de acompanhamento online via Skype para saber como você está se saindo. 

Tipos de mentoria

  • Mentoria em Marketing Digital: para quem conquistar uma vaga em Marketing Digital ou quer aprender sobre SEO, Google Ads, Facebook Ads, E-mail Marketing e Mídias Sociais para aplicar em seu próprio negócio.  
  • Mentoria Instagram: para quem quer entender tudo sobre essa rede social (planejamento, ferramentas, conteúdo e stories) para criar estratégias para seu próprio negócio ou atuar no mercado. 
  • Mentoria de Venda B2B: para quem quer entender tudo sobre o processo de vendas e suas estratégias, qualificação de leads, percepção do valor e proposta comercial para  atuar na área comercial ou de negócios seja em sua empresa ou no mercado de trabalho.   

Quando mentoria é a melhor opção 

O auxílio de experts pode fazer toda diferença na sua carreira. Mas, para isso, é necessário que você já saiba onde quer chegar.

Então, por exemplo, você quer crescer na carreira conquistando uma vaga na área de Analista de Marketing Digital. Então é o momento de fazer uma mentoria. 

  • Recomendada para quem está começando a empreender ou quer ser empreendedor
  • Recomendada para quem está procurando emprego em Marketing Digital 
  • Recomendada para quem está em fase de transição de carreira

O que é consultoria

 

É um serviço oferecido por especialistas em algo que sua empresa precisa de orientação profissional para atingir melhores resultados.

Para solucionar o problema do cliente, os consultores realizam um processo que inclui:

  • Diagnósticos
  • Desenvolvimento de projetos
  • Análises e relatórios
  • Identificação de oportunidades  
  • Orientações para solução do problema   

Consultor não é mentor 

Diferente do que ocorre em uma mentoria, na consultoria você vai pagar pela expertise do profissional que vai entregar soluções sob medida para sua empresa.

Para isso, o consultor irá analisar dados do seu negócio para realizar um diagnóstico preciso e propor soluções eficazes. 

Então, por exemplo, você é dono de um e-commerce e quer começar a investir em busca orgânica.

Para atingir seus objetivos, será necessário contratar uma consultoria de SEO porque um expert no assunto vai analisar a situação, entender suas demandas, identificar oportunidades e dizer o que terá que ser feito para sua empresa atingir melhores resultados.

O foco não é você aprender tudo sobre SEO para sozinho aplicar técnicas e estratégias na sua empresa.

Você vai receber orientações do expert para melhorar a performance do seu e-commerce com base em análises do seu Google Analytics, das páginas da sua loja virtual, das palavras-chave, etc. 

Quando contratar uma consultoria empresarial

Se você tem uma empresa ou atua como profissional liberal e precisa da análise de um especialista para melhorar resultados na área que ele domina é hora de contratar uma consultoria. 

Conclusão

Mentorias estão em alta no Brasil, mas isso não significa que são a melhor escolha para você.

Uma dica importante, que ajuda muito na decisão de qual método de ensino investir, é saber exatamente qual seu objetivo real com a aprendizagem.

Se for, por exemplo, turbinar seu currículo e fazer networking, os cursos presenciais são escolhas mais acertadas.

Mas, se for criar uma loja virtual de roupas ou conquistar uma vaga de Analista de Marketing Digital então a mentoria é recomendada.  

Já a consultoria é para profissionais liberais ou empresários que buscam soluções de especialistas para algo que não é expertise deles.

Mas, que precisa ser feito para obter melhores resultados para o negócio.   

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem

UX Writer, Redator Publicitário e Redator Web: Entenda o que faz cada tipo de redator

Essa é uma dúvida comum até entre profissionais de Marketing Digital (não só de quem é universitário ou pretende entrar no mercado). Apesar de um

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