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Autor: Daniel

Como planejar suas vendas para o próximo ano

O último trimestre, inclusive novembro, é o momento perfeito para realizar o planejamento anual de vendas de uma empresa. Isso porque em janeiro já é hora de colocar a mão na massa para a meta começar a ser atingida.

Caso contrário, se você parar no primeiro mês do ano para planejar, começará 2020 perdendo oportunidades. E possivelmente irá comprometer o resultado do ano inteiro. 

A menos que a meta de fevereiro, por exemplo, fosse o dobro das outras para compensar a falta de vendas no mês 1. Mas, isso não é recomendado por não ser algo viável nem realista. 

Aliás, uma dica para determinar metas realizáveis é analisar dados de anos anteriores para aquele período. Ex: antes de estabelecer a meta de maio 2020, o ideal é comparar com o mês 5 de 2019, 2018 e 2017. E veja também se os resultados foram diferentes do esperado por causa de algum evento. 

Quer aprender um pouco mais sobre planejamento de vendas para 2020? Então acompanhe esse post Marketagem porque você vai conhecer pontos importantes que precisam ser levados em consideração. Confere só:

Definição de OKRs 

Um ponto importante para planejar vendas para o próximo ano é determinar objetivos e metas com assertividade. Para isso, durante o planejamento é fundamental, determinar métricas que façam sentido acompanhar para analisar a performance das vendas no ciclo.

Para isso, a dica é usar a metodologia ágil Objectives and Key Results (OKRs). Isso porque facilita estabelecer objetivos claros para serem quebrados em metas colaborativas que serão mensuradas por indicadores-chave de desempenho (KPIs) regularmente.  

Normalmente os ciclos de OKR são de 3 meses. Então, pelo menos, a cada trimestre, a equipe se reúne para conversar sobre os resultados do período. Dessa forma é possível entender o que deu certo (para manter e tornar ainda melhor futuramente) e o que não deu (para mudanças de rumo ou aprimoramento de táticas e estratégias). 

Foco em KPIs relevantes

A análise de Key Performance Indicator é uma das bases para decisões no  planejamento do próximo ciclo. Portanto KPIs precisam ser escolhidos corretamente no planejamento de vendas. Por exemplo: se a meta for aumentar as vendas em 10% nos próximos 3 meses, analisar só a taxa de conversão do funil de vendas não irá mostrar o real resultado. 

É preciso avaliar também o desempenho de outras métricas de venda como ROI, CAC e Ticket Médio. Dessa forma você entende (respectivamente) qual o retorno sobre investimento, qual o custo de aquisição por cliente e qual o valor médio gasto por consumidores do seu negócio. Ou seja, com esses KPIs têm muito mais dados relevantes para tomar decisões para o próximo ciclo.  

Quer aprender mais sobre métricas de Marketing Digital? Confira esse post porque Victor Baptista explica os indicadores de vendas, marketing, conteúdo e anúncios. 

Planejamentos precisam estar alinhados para aumentar o faturamento (principalmente os de Vendas e Marketing)

Muito se fala em Inbound Marketing, mas é importante lembrar que a metodologia foi criada para facilitar as vendas online por meio de estratégias não invasivas (que não interrompem o conteúdo que você está vendo para anunciar produtos ou serviços). E ela pode ser aplicada tanto em Vendas B2B quanto em Vendas B2C. 

Ou seja, o Marketing de Atração (como também é conhecido) nasceu para ser diferente do Marketing tradicional. Mas, hoje em dia, Inbound e Outbound são usados de maneira complementar por muitas empresas com excelentes resultados. Mas para isso, é necessário desenvolver um planejamento integrado para conciliar de maneira eficaz essas duas metodologias opostas. 

Metas Inbound precisam ser definidas com foco no avanço dentro do funil e também na jornada do cliente

Vale lembrar que as Vendas Inbound são feitas com base em um aprofundamento no relacionamento entre prospects e empresa. Mas, para ocorrer de maneira eficaz, é indispensável que o setor de Marketing e Vendas estejam totalmente alinhados. 

Já que o primeiro irá começar uma conversa, criar relacionamento e nutrir leads para que o último entre em contato na hora certa para realizar vendas consultivas. E para isso ocorrer em total sintonia, o planejamento de Marketing e o planejamento de Vendas precisam estar totalmente alinhados entre si e em relação aos objetivos do negócio. 

Por esse motivo as metas do Marketing devem estar em conformidade com as do setor de vendas. O que facilita o fluxo do funil e a jornada do cliente. Embora sejam metas diferentes, elas precisam trabalhar para um mesmo objetivo: aumentar as vendas da empresa. 

Esteja atento às tendências do mercado na hora de planejar 

Muitas vezes quando o planejamento anual de vendas é realizado, lá no fim do ano anterior, o cenário é um. Só que com o passar do meses, fatores externos (imprevisíveis naquela época) podem começar a atuar.  

Ou seja, podem acontecer decisões políticas e econômicas inesperadas que impactam todo o cenário e consequentemente suas vendas. Ou até mesmo lançamentos de alguns produtos ou serviços que mexem com o mercado e obrigam a mudar o planejado.

Para não ser surpreendido negativamente e poder agir o quanto antes, a dica é estar sempre antenado aos fatos e tendências na hora de realizar o planejamento de vendas e inclusive depois dessa etapa. E não deixe de anotar eventos e analisar seus impactos na hora da avaliação de resultados.   

Conclusão

Planejar vendas para o novo ano é um processo complexo que requer pelo menos 1 trimestre de antecedência. Antes de iniciar o planejamento anual, é importante estar bem informado. 

Portanto esteja sempre ligado nas tendências do mercado e acontecimentos impactantes. E também não deixe de analisar o máximo de dados passados da empresa referente a cada mês para facilitar a criação de metas viáveis. 

Além disso, é importante também alinhar objetivos com o negócio em si e com outros setores relacionados como o Marketing. Principalmente se sua empresa investe em Inbound Marketing.
Quer aprender mais sobre Vendas e Atendimento? Então continue acompanhando o blog Marketagem. Toda semana tem conteúdo novo publicado!

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem

O que é Vendas Inbound e Outbound Sales: entenda as principais diferenças entre elas

Quem nunca ouviu que vender é uma arte? Essa ideia provavelmente surgiu com a atuação de vendedores durante o processo de Marketing Tradicional.

Mas, com a popularização da internet e o boom dos e-commerces mundo afora, algumas empresas passaram a criar e testar metodologias diferentes. Como é o caso da Venda Inbound, muito praticada no online, inclusive em Vendas B2B (entre empresas).

Vale lembrar que usar o Inbound Marketing não é a única maneira de vender online. Há também a metodologia Outbound que sofreu adaptações para alavancar vendas também na internet. Inclusive é possível até combinar as duas metodologias. O que é feito por alguns afiliados e por muitas empresas. 

Quer saber as principais diferenças entre Vendas Inbound e Vendas Outbound? Então acompanhe esse post Marketagem até o fim porque você vai entender direitinho!

O que é Vendas Inbound?

Metodologia criada por Brian Halligan, que é fundador e CEO da Hubspot, o Inbound Marketing tem como objetivo atrair clientes por meio de conteúdo relevante de qualidade em todas as etapas do funil e da jornada do cliente.

Como nesse processo de vendas, essa equipe é muito bem alinhada com a de Marketing, a abordagem continua sendo o aprofundamento do relacionamento e a resolução de problemas das pessoas. 

Portanto Inbound Sales é venda consultiva.  Então o profissional segue orientando e educando a audiência com o envio de materiais ricos, calls de apresentação, entre outras ações.       

Vale lembrar que devido ao alinhamento entre Vendas e Marketing no Inbound, uma das estratégias para produção de conteúdo é consultar as principais dúvidas registradas no SAC e também as maiores objeções enfrentadas pelos vendedores. 

Vendas Inbound: só no fundo de funil 

Quando lead vira oportunidade é o momento que a equipe de vendas entra em ação. Isso porque, em Inbound Sales, a abordagem é no momento certo: no fundo do funil de Marketing. 

Já que a pessoa está muito mais propensa a comprar o produto ou serviço do que quando tinha acabado de descobrir que algo poderia tornar a vida dela mais prática ou resolver seu problema (lá no início da jornada do cliente).

Portanto o setor de Inbound Sales lida com muito menos prospects do que tinha lá no topo do funil, porém essas pessoas tendem se tornar leads qualificados. Isso porque estão mais interessadas na solução da sua empresa e, no momento, apenas estão comparando preços com a concorrência.

Venda Consultiva é sobre orientar prospects

Quando o time de Inbound Sales aborda o possível cliente, a pessoa não costuma encarar o contato como algo invasivo (o que pode acontecer, por exemplo, com as cold calling da Venda Outbound). 

Até porque durante o processo de vendas, a empresa identificou inclusive a melhor forma de conversar com o prospect. O que pode resultar em menos objeções na hora de agendar uma reunião ou call para apresentação do produto ou serviço. 

Além disso, a abordagem é mais informativa (em conformidade com toda a metodologia Inbound Marketing) do que de convencimento propriamente dito como ocorre em métodos tradicionais.     

Vendas Outbound

Metodologia tradicional adaptada também para o online, as Vendas Outbound são aquelas baseadas em anúncios online e prospecção ativa. 

Portanto para a abordagem do prospect não precisa ter todo um relacionamento prévio para tentar convencê-lo a realizar a compra. É mais desenvolver antes técnicas de persuasão com bons argumentos de vendas mesmo. 

Cold Calling 

Um exemplo de estratégia tradicional de Outbound Sale é quando você pesquisa empresas na internet que tenham a ver com seu produto ou serviço para entrar em contato para vender.  

Para quem quer entender melhor sobre esse tipo de abordagem para alavancar vendas, a dica é ler o livro Receita Previsível de Aaron Ross (Predictable Revenue – título original em inglês). O autor explica como são as Cold Calling 2.0 e conta como elas se adaptaram na era digital. 

Mídia paga

É por meio dos anúncios online que as pessoas ficam sabendo da existência de promoções, produtos ou serviços. Por isso motivo o investimento em campanhas no Google Ads e Facebook Ads também são muito importantes no processo de vendas Outbound já que dão retorno ao curto prazo.

Mas, criar publicidade online não é assim tão simples quanto parece. Tanto que  para atingir suas metas de Vendas Outbound é necessário saber traçar estratégias que façam sentido para sua audiência e até mesmo aprender a configurar a ferramenta de maneira correta. 

E-mail Marketing serve para Inbound e Outbound

Quando o assunto é vendas online, não tem como deixar de falar das campanhas de E-mail Marketing. Isso porque elas servem tanto para Inbound quanto para Outbound embora as estratégias sejam opostas. 

Vale lembrar que as boas práticas de e-mail marketing são fundamentais para o sucesso da sua campanha. E o envio de SPAM, por exemplo, deve ser evitado nas duas metodologias de venda, mas principalmente em Inbound Sales.  

E-mails em Vendas Outbound 

Texto das campanhas tem o intuito de persuasão e convencimento para que a venda online se concretize o quanto antes. Por esse motivo as técnicas de Copywriting são muito usadas, além de outras estratégias de Marketing de Resposta Direta (Clica- Cadastra – Compra). 

Quer saber mais sobre como escrever textos persuasivos? Os gatilhos mentais são fundamentais. E para saber mais sobre isso, eu recomendo a leitura do livro “As Armas da Persuasão” de Robert B. Ciadini. 

E-mails em Vendas Inbound 

Já em uma campanha de E-mail Marketing em Inbound Sales, a ideia é nutrir o lead com conteúdos relevantes para aprofundar o relacionamento levando-o ao fundo do funil. Por isso Newsletters e outros materiais educativos e ricos são enviados.

Além disso, as interações são em tom de conversa, perguntas, recomendações, etc.  Ou seja, segue a metodologia do Marketing de Atração. Portanto nada de ficar empurrando produtos ou serviços e forçando a barra para vender antes da hora.

Isso porque é preciso respeitar a jornada do cliente. Além disso, os esforços de vendas são direcionados somente aos leads realmente qualificados quando já estão no estágio oportunidade do funil.    

Conclusão

Vendas Inbound e Vendas Outbound possuem metodologias muito diferentes para conquistar clientes. Mas, não é possível afirmar que uma é melhor do que a outra. Até porque elas funcionam muito bem juntas por serem complementares.

As Vendas Inbound são baseadas na metodologia do Marketing de Atração em que a prospecção não é ativa. A ideia é que as pessoas venham até as páginas da empresa. E para isso, o Inbound utiliza SEO e Marketing de Conteúdo como ferramentas indispensáveis.

Já as Vendas Outbound tem como base a prospecção ativa. Por isso faz uso de ferramentas como publicidade online e copywriting. 
Quer aprender mais sobre Vendas e Atendimento? Então acompanhe nosso blog. Assine nossa Newsletter para receber os posts em primeira mão. 

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem

Afiliados: dá para ganhar dinheiro promovendo produtos dos outros?

Quem não quer ser nômade digital? Trabalhar em home office, sendo seu próprio patrão, ganhando muito dinheiro e ainda tendo tempo para curtir a vida. Na Era Mobile, isso é realmente possível. Tanto que acabou virando o sonho de grande parte dos brasileiros. Mas, é preciso ter cuidado para não se iludir com promessas de altos lucros da noite para o dia. 

Uma das formas de ganhar dinheiro pela internet, que vem sendo amplamente difundida, é o Marketing de Afiliados. O fato de poder aliar trabalho remoto, lifestyle e autonomia tem despertado o interesse de muitas pessoas em produzir conteúdo para divulgar produtos ou serviços de terceiros.

Mas, será que dá para ficar rico com comissões de vendas online? Lendo este post do Marketagem, você vai ficar sabendo o que são os afiliados, como funcionam os programas e algumas dicas sobre o que você precisa aprender caso decida que isso é realmente para você.  

O que é Afiliado

Mais conhecido como Programa de Afiliados, esse tipo de Marketing Online é tipo uma venda consignada no mundo offline. Só que você trabalha em casa ao invés de sair por aí batendo de porta em porta para tentar vender os produtos. 

Para ser um afiliado, é necessário se inscrever em plataformas específicas para isso. Lá você escolhe os produtos que vai vender online. Mas, vale lembrar que nesse tipo de programa, o recebimento do dinheiro não é por clique, mas por transações realizadas por intermédio seu. Ou seja: é comissão de vendas. 

Para ficar ainda mais claro, vou dar um exemplo offline: vamos supor que você comece a vender óculos de fábrica em consignação. A cada produto vendido, sua comissão está garantida. E aqueles que você não conseguir vender, é só devolver para o fabricante. 

Aparentemente você só tem a ganhar dependendo do seu esforço. Mas, não é bem por aí, porque houve seu investimento de tempo, além dos custos de deslocamento (combustível do veículo ou passagens de transporte público) e alimentação.

Claro que no online não tem gastos de deslocamento. Porém, eles são substituídos por outros como luz e internet (só para citar os mais óbvios). Então, antes de se tornar afiliado, é necessário calcular seu investimento e todo mês colocá-lo na planilha para ver se está valendo mesmo a pena esse tipo de trabalho. 

Como funciona o Marketing de Afiliados na prática

O trabalho não é rápido, simples ou fácil como pode parecer em um primeiro momento. Até porque você terá que investir bastante tempo criando estratégias e táticas para promover produtos de terceiros. Veja os 6 passos para ganhar dinheiro como afiliado:

E acredite: o passo 3 não é dos mais fáceis. Entre uma pessoa clicar no anúncio ou link externo e realizar de fato uma compra, há um grande abismo…. Pergunta só aos donos de e-commerce… 

  • Abandono de carrinho
  • Desistência de preenchimento de cadastro
  • Problemas com pagamento (análise de crédito, boletos que vencem, etc.)
  • Arrependimento de compra 
  • Entre outros

Então por mais que você faça sua parte direitinho (divulgação e convencimento), se a pessoa desistir de comprar por algum motivo, seus esforços terão sido em vão. Lembre-se: afiliado vive de comissão assim como os vendedores consignados offline.  

E quando tudo dá certo? Bom, você não será o primeiro a receber o dinheiro. Primeiro há a confirmação da venda por meio de rastreamento, depois o produtor recebe o pagamento do cliente e por último sua comissão entra na sua conta. Portanto é um retorno incerto e ao longo prazo. 

O que você precisa dominar antes de virar Afiliado

Agora que está ciente sobre os riscos de ser afiliado, caso você resolva trabalhar com esse tipo de Marketing Online, a dica é já ter algumas experiências e conhecimentos prévios para tentar faturar suas comissões de venda. Confira: 

Entender de Marketing Digital 

Se você tem apenas uma noção de como escrever textos persuasivos (Ads ou Copywriter) e sabe divulgar via Facebook, talvez isso não seja suficiente para você conseguir realizar vendas e ganhar suas comissões. 

Isso porque aprender a realizar campanhas de E-mail Marketing com estratégia, criar anúncios online (Google Ads/ Facebook Ads) e até mesmo entender de SEO faz toda diferença  para vender pela internet. 

Então uma Mentoria de Marketing Digital pode ajudar. Mas, para isso, você teria que ter um objetivo específico. Por exemplo: eu tenho um blog do nicho x que já tem Y seguidores e quero aprender estratégias de Marketing Digital para aumentar vendas. Dessa forma todas as suas aulas individuais seriam planejadas de acordo com seu objetivo.   

Ser Influencer Digital 

Quando você tem um blog ou canal de Youtube com bastante seguidores reais que são influenciados por seus conteúdos porque você já é autoridade no assunto, as chances de se dar bem como afiliado é muito maior. Isso porque você vai falar ou escrever sobre produtos ou serviços que, de verdade, podem ser uma solução para eles.

Ou seja, os resultados de um afiliado nessa condição, é totalmente diferente de um que tenha criado um canal do Youtube só para ser afiliado ou até mesmo feito uma conta no Instagram com o mesmo intuito. 

Experiência com Redes Sociais é fundamental

Saber criar diferentes estratégias para cada uma das redes sociais que você pretende usar na divulgação dos conteúdos sobre produtos ou serviços é indispensável. Isso porque facilita o engajamento, além de serem canais de comunicação entre você e sua audiência.    

Entender de Mídia Paga pode fazer toda a diferença

Anúncios online dão rápidos resultados. Por esse motivo os Ads não podem ficar de fora das suas estratégias de venda como afiliado. Mas, é necessário que você saiba criar estratégias que funcionam e escolha os canais certos. Afinal, tudo tem que fazer sentido. 

Planejar campanhas de E-mail Marketing 

Ferramenta muito útil para a estreitar relacionamento com a audiência, o E-mail Marketing precisa ser usado de forma estratégica. Não é só escolher uma plataforma e ficar enviando uma promoção atrás do outra para todos os seus contatos (até porque isso é SPAM!). 

Pelo contrário, é necessário planejar uma sequência de mensagens persuasivas com base em campanhas de E-mail Marketing bem segmentadas e que mantenham sempre o diálogo. Já as ofertas irrecusáveis precisam ser disparadas na hora certa.

Quando vale a pena ser afiliado

Construiu uma ampla base de dados com leads não comprados relacionados aos nichos que você pretende vender produtos online? Então pode ser que se tornar afiliado traga resultado.

  • Quando é uma das formas de monetizar seu blog ou canal de Youtube 
  • Quando você tem ampla base de contatos reais (potenciais clientes/ leads)
  • Quando você já é um influencer digital bem conhecido no seu nicho

Como ser um afiliado

Bom, existem várias Redes de Afiliados no Brasil como, por exemplo, Hotmart e Lomadee. A minha dica é: antes de realizar sua inscrição para promover produtos na internet, se informe muito sobre o assunto.

Leia atentamente as perguntas e respostas (FAC) e, se for isso mesmo que você quer, é importante escolher os produtos ou serviços que realmente tenham a ver com sua audiência e principalmente que sejam de sua confiança.

Conclusão 

Ser afiliado pode até ser uma das suas fontes de renda trabalhando como freelancer em casa. Mas, é preciso ter em mente que – não há fórmulas mágicas para ficar rico da noite para o dia – e que esse trabalho em especial é algo com resultado ao médio ou longo prazo.

Isso porque você irá concentrar seus esforços na divulgação de produtos de terceiros e também terá que convencer os internautas que fazem parte de um target nichado que as soluções são para eles.  

Além disso, tenha em mente que as comissões das suas vendas online não são resultados imediatos (e ainda dependem de fatores externos que você não tem domínio por mais que seja a persuasão em pessoa). 

Portanto minha dica é: diversifique suas formas de ganhar dinheiro porque os  lucros não são garantidos e previsíveis. Mas, se você está decidido a se tornar um afiliado, então minha dica é: não deixe de aprender Marketing Digital porque para alavancar vendas online requer estratégias que não existem no offline. 

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem

CEO, CFO, CTO: Entenda o que significa cada sigla e confira algumas dicas para chegar ao C-Level

Saber até onde você pode chegar é fundamental para planejar uma carreira de sucesso. E no Marketing Digital não é diferente. Por isso eu preparei esse post, que mais do que ensinar o que significa as principais siglas do C-Level, traz algumas dicas de como se preparar para conquistar sua vaga lá um dia. 

Cargos de direção podem parecer inatingíveis quando se está em início de carreira. Mas, se você começar a ter estratégia, determinação, paciência e correr atrás de desenvolver competências fundamentais é possível se preparar para exercer cargos executivos importantes em empresas como CEO, CMO, CIO, CTO, entre outros. Confira nosso post: 

CEO: significado da sigla e o que é  

Chief Executive Officer é o que significa essas 3 poderosas letrinhas. Ou seja, o CEO equivale ao diretor-geral de uma empresa ou ao presidente-executivo porque é a mais alta posição da hierarquia operacional da organização. Mas, vale lembrar que em grandes empresas, ele normalmente precisa se reportar ao Conselho Administrativo ou acionistas. 

Esse cargo de diretor-executivo é o mais famoso porque é comum ver matérias na imprensa com o CEO dando respostas em nome da empresa ou até mesmo em entrevistas com eles em sites e revistas de negócios. Por isso que você provavelmente lembrou logo de Mark Zuckerberg ou dos presidentes das marcas que mais gosta quando leu a palavra CEO neste post. 

C-Level 

Também conhecido como C-Suite, o termo C-Level se refere ao conjunto de cargos de diretores executivos de uma empresa principalmente em startups. Em português, C-Level pode ser traduzido literalmente como Nível C. 

E ganhou esse nome porque todos os cargos executivos começam com Chief e terminam com Officer (o que muda é a função principal que fica no meio como Marketing, Communication, Information ,Technology, etc;).   

Chief Officer: siglas e significados dos principais cargos

Na lista abaixo, você encontra alguns exemplos com foco nos que mais têm a ver com Marketing Digital. Mas, a lista completa é bem extensa e tende a aumentar com novas adaptações sendo feitas como é o caso de CSO que o significado você encontra abaixo: 

C-level

  • CMO: Chief Marketing Officer
  • CCO: Chief Communication Officer
  • CIO: Chief Information Officer
  • CTO: Chief Technology Officer
  • COO: Chief Operation Officer
  • CSO: Chief SEO Officer
  • CFO: Chief Financial Officer

Dicas para quem quer se tornar diretor executivo (Chief Officer)

Os cargos de CEO, CMO, CIO, CTO, CFO, COO, etc. são o sonho de muita gente. Para conquistá-los, é preciso anos de experiência, conhecimentos sólidos e competências específicas como a boa e velha liderança. Quer transformar sonho em resultado? Então se liga nas dicas abaixo: 

Planeje sua carreira desde cedo

Como você já sabe, os cargos de Chief Officer (C-Level) estão no mais alto escalão das empresas. Então a menos que você funde uma, você terá um grande caminho a percorrer no mercado. 

A boa notícia é que o tempo pode favorecer seus planos. Basta você planejar sua carreira e tomar decisões sábias que conduzam ao resultado desejado: integrar o C-Suite. Então minha dica é fazer isso o quanto antes. 

Comece já nos primeiros períodos da faculdade. Dessa forma você pode antecipar as matérias que agregam mais ao seu plano de carreira e consegue se aprofundar nas relevantes com cursos de extensão que colaborem com seu objetivo. 

E lá no 3º período (que normalmente é a exigência mínima das empresas em seleções de estagiários), é hora de correr atrás de estágios que vão levá-lo onde você quer chegar.  

Acompanhe líderes nas redes sociais para aprender e se inspirar 

Se você quer ser CEO daqui há 10 anos, a minha dica é observar o que os executivos C-Suite da empresa que você gostaria de trabalhar estão fazendo hoje. 

Também funciona seguir líderes no LinkedIn porque, além de você ver os passos que eles deram na carreira antes de chegar ao C-Level, é possível aprender com quem sabe, adquirir conhecimentos e ainda ganhar uma boa dose de inspiração e motivação para você seguir sua jornada.

Acompanhar canais no Youtube e outras redes sociais da empresa que pretende trabalhar também é fundamental. 

Desenvolva sua liderança

Ter vasta experiência como líder é requisito para ser CMO, CIO ou qualquer outro tipo de diretor executivo. Mas, não espere se tornar coordenador para desenvolver essa competência. 

Existem muitas formas de colocar em prática sua liderança até mesmo na sua vida pessoal (até porque líder não é sinônimo de chefe). Quando você luta por uma causa, por exemplo, e toma a iniciativa de coordenar e motivar equipes de pessoas que colaboram com ela, você já está exercendo sua liderança. 

Mas, não é só no trabalho voluntário que é possível fazer isso. Basta identificá-las e colocá-las em prática na sua vida ou carreira.   

Reúna experiências e competências necessárias para o C-Suite

O mercado exige determinadas formações acadêmicas. Dos diretores executivos do C-Level, por exemplo, são cobrados:

  • Formação superior compatível com o cargo
  • MBA em área relevante
  • No mínimo 5 anos de experiência em função de liderança
  • Entender tudo sobre o negócio da empresa
  • Habilidades de negociação, comunicação, estratégia, gestão de pessoas, projetos e processos 
  • Skills específicos de cada cargo  

Prepare-se para a vaga específica de diretor executivo que você quer

Por exemplo: quer ser CMO? Uma dica importante para ficar mais fácil conseguir desenvolver as competências necessárias e ter o perfil desse diretor executivo é ficar de olho nas vagas que são publicadas em sites de emprego ou da organização que você quer trabalhar. E se possível faça uma mentoria na área para receber orientações de quem já chegou lá.  

Converse com empreendedores e C-Level executives quando tiver oportunidade

Antigamente fazer isso era quase impossível se você não fosse da imprensa ou do alto escalão da empresa deles. Mas, hoje em dia, dá perfeitamente.

Isso porque CEOs de startups, por exemplo, costumam estar sempre abertos a conversas em webinars, no LinkedIn e até em eventos de Marketing Digital, entre outros. 

Muitos CMOs estão conversando com você por e-mail e criam inclusive um canal para responder dúvidas. Então aproveite para fazer perguntas relevantes sobre carreira, negócios, entre outros questionamentos que possam agregar a sua vida profissional.

Conclusão

Ocupar a posição de CEO, CMO, CIO ou qualquer outro cargo de diretor executivo não precisa ser um sonho impossível. 

Se você se planejar, seguir passo a passo, estiver aberto ao aprendizado e, claro, correr atrás de desenvolver as competências necessárias com foco, determinação e paciência, é possível chegar ao C-Level sim! Ou até mesmo virar um empreendedor. 

Quer saber mais sobre o mercado de Marketing Digital para planejar bem sua carreira, além de aprender sobre o tema? Então continue acompanhando nosso blog! 

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem

Gerente de Redes Sociais: profissão em alta no mercado de marketing digital

Carreiras em mídias sociais são cada vez mais necessárias nas empresas de todo o  mundo. E não é diferente no Brasil, embora o mercado ainda esteja começando a amadurecer, as organizações já entenderam a importância de marcar presença digital, por exemplo, no Instagram e Facebook que são as redes sociais mais usadas em nosso país.

E para isso, é necessária a contratação de profissionais qualificados inclusive em posições de liderança. Por esse motivo, Gerente de Redes Sociais é um cargo em alta no meio digital que oferece salários atrativos para os profissionais de Comunicação ou Marketing (cerca de R$ 5 mil – remuneração inicial) .

Quer conhecer mais sobre a vaga de Gestor de Mídias Sociais? Então acompanhe este post até o fim porque você vai descobrir como se preparar para exercer essa profissão que já foi considerada do futuro. Mas, que agora é fundamental nas empresas que utilizam estratégias avançadas de Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing. Confira! 

O que é um gestor de redes sociais

É quem está à frente de todo o processo de planejamento, execução e análise de mídias sociais de uma empresa. O que colabora com o Branding e facilita a criação de vínculo com clientes atuais e potenciais. 

Sem contar que uma boa gestão de redes sociais ainda contribui com o crescimento da receita. Isso porque ter conceito único aumenta consideravelmente as chances das marcas serem amadas e lembradas. Além, é claro, de seus produtos ou serviços serem mais adquiridos.

Gorila da Gorilla Brand

Gerar comunidade e relacionamento é a principal função do trabalho em Redes Sociais segundo o Diretor Fundador da GorillaBrand Agency, Hector Muniz. ”Quando trabalhamos com social media, sempre consideramos o espectro do relacionamento como uma ferramenta de apoio ao que esperamos de resultado no ROI” – esclarece ele.  

Mas, vale lembrar que para isso ocorrer, é necessário que o profissional entenda bastante de processos gerenciais e até mesmo de ferramentas e suas vantagens e desvantagens para tomar as melhores decisões. 

O que faz um gerente de social media

Une análise, criatividade e estratégia para que a equipe de redes sociais, sob sua liderança, consiga conectar a marca aos usuários no Instagram, YouTube, etc. de maneira positiva criando assim um vínculo forte entre empresa e pessoas. Para isso, esse profissional realiza uma série de atividades como: 

  • Planejamento, criação e análise em mídias sociais

  • Toma decisões com base em métricas e dados de monitoramento das redes sociais  da empresa 

  • Cria o tom de voz da marca que deve ser seguido não apenas nas mídias sociais, mas do site ao atendimento 

  • Conhece profundamente quem é o público-alvo da organização e como se comporta nas redes sociais, além de acompanhar a concorrência para fazer a análise de cenário e estabelecer social benchmarking 

  • Define quais mídias sociais a empresa deve investir em presença digital  

  • Aprova planejamento editorial e melhores formatos de conteúdo a serem postados em cada social media

  • Analisa indicadores 

  • Elabora planos estratégicos, táticos e operacionais para a empresa inclusive plano de gestão de crise para redes sociais 

  • Apresenta relatórios para a diretoria

Assim como em outros cargos gerenciais, esse profissional atua também liderando pessoas. Sua equipe normalmente é composta por Analista de Redes Sociais, SAC 2.0, Estagiário de Marketing Digital ou Redes Sociais e Coordenador de Mídias Sociais. Sendo o Gestor de Redes  Sociais subordinado à diretoria. 

Como se tornar gerente de redes sociais

Muitas empresas podem colocar cargos com nomes diferentes e até inserir a Gerência de Social Media em Comunicação e Marketing. Mas, para ser Gerente de Mídias Sociais, você precisa ter experiência de cerca de 5 anos. Portanto é necessário ter passado pelo operacional como Analista de Mídias Sociais e já ter experiência em cargo de liderança  tendo exercido a função de coordenador. 

Trilha de carreira

  • Gerente de redes sociais
  • Coordenador de redes sociais
  • Supervisor de Comunicação, Marketing ou Mídias Sociais
  • Analista de redes sociais
  • Trainee/Estagiário de redes sociais

Formação e experiências profissionais

  • Graduação em Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade ou Relações Públicas) ou em Marketing Digital 
  • Ter vasta experiência com gestão de projetos e processos em social media, coordenação de equipes de Mídias Sociais e gerenciamento de crises na área
  • Ser hard user de redes sociais é fundamental 
  • Ter domínio das principais ferramentas de monitoramento, planejamento e análise de redes sociais (Analytics) e de influenciadores digitais
  • Ter conhecimento de SEO, metodologias ágeis, Branding, mas entender tudo sobre o negócio da empresa, de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo 
  • Desenvolver liderança, perfil analítico, criativo, inovador e senso crítico

Diferenciais competitivos 

  • MBA em Gestão de Redes Sociais, Marketing Digital, Inteligência de Negócios ou Gestão e Liderança costuma ser um diferencial  
  • Domínio de Inglês Fluente e/ou Espanhol

Quanto ganha um gestor de social media

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O salário do gerente de redes sociais costuma variar de acordo com o porte da empresa que o profissional vai trabalhar, com o nível de experiência da pessoa e até mesmo com a região do Brasil que atua. 

De acordo com o Glassdoor, a média salarial de um Gerente de Redes Sociais é R$ 2.052 podendo chegar a R$ 9.000 (o que é considerado uma remuneração alta). Já a Associação Brasileira de Agentes Digitais (ABRADI), constatou que o salário médio, em 2018, para o cargo de gerente de redes sociais era em torno de R$ 10 mil.

Segundo o site Vagas.com, um coordenador de mídias sociais, que é o cargo abaixo do Gerente de Redes Sociais, recebe em média no Brasil, R$ 3.071,00 sendo que em cargo sênior a remuneração pode chegar a R$ 4.862. Portanto um gestor de mídias sociais júnior pode esperar ganhar algo em torno de R$ 5.000 como remuneração inicial.  

Conclusão

Ser Gerente de Redes Sociais não é tarefa fácil. Para conquistar a vaga, é necessário anos de experiência no mercado, desenvolver competências como liderança e perfil analítico. Mas, não é impossível chegar lá, principalmente quando você planeja sua carreira em Mídias Sociais com bastante antecedência.   

Com tantos degraus a serem superados, é preciso ter foco, planejamento, determinação e visão de carreira. Isso tudo sem deixar de acompanhar as inovações do mercado e aprofundar seus conhecimentos específicos sobre mídias sociais. 

Por esses motivos uma Mentoria de Marketing Digital e/ou de Instagram pode facilitar muito atingir seu objetivo. Isso porque você vai aprender com experts na área o que precisa para se tornar um Gestor de Mídias Sociais em aulas individuais e personalizadas planejadas para esse propósito. 

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem

Mentoria, curso presencial e consultoria: entenda o que é cada um

Aprender coisas novas pode até turbinar seu currículo, mas o investimento em conhecimento pode resultar em algo além.

Tudo vai depender do seu real objetivo com aquele aprendizado. 

O curso de extensão presencial normalmente é a primeira opção que passa na cabeça de quem quer aprender e ainda ampliar a rede de contatos.

Mas, hoje em dia, existem outras alternativas que podem colaborar para sua realização profissional como, por exemplo, a mentoria.

Não sabe o que esperar dela? Acha que é uma mistura de consultoria com aulas normais em turmas? Então fique ligado porque esse post Marketagem é para você!

Cursos de extensão presenciais

São conjuntos de aulas ministradas pessoalmente por professores em turmas sobre determinado assunto que ele domina (independente de ter vivência no mercado).  

A base dos cursos de extensão, presenciais ou online, é a transferência de conhecimento por meio de teoria e exercícios para que o conteúdo explicado seja fixado pelo aluno (que pode ou não colocar os ensinamentos em prática fora de sala).

Normalmente, os estudantes assíduos que realizam todas as atividades propostas pelo professor recebem certificado de conclusão ao término. 

Quando curso presencial é a melhor opção para você

Se o seu foco é aprender mais sobre um determinado conteúdo ou ferramenta para ter um diferencial competitivo e ainda conhecer profissionais da área (o que facilita o networking), os cursos presenciais são recomendados para você.

Antes de realizar a matrícula, a dica é sempre conferir a grade curricular e quem são seus professores para ter certeza que as aulas irão atender suas expectativas.

Além disso, vale mais a pena aprender com quem tem vivência de mercado porque esse profissionais costumam relacionar o conteúdo com a prática, dando dicas e compartilhando cases.  

E você ainda entra em contato com outras pessoas que já atuam no mercado e até mesmo podem oferecer informações que vão fazer a diferença além da sala de aula como, por exemplo, compartilhar vagas abertas na empresa que trabalha ou que  algum conhecido é colaborador (às vezes até indicar você para uma entrevista de emprego) e por aí vai…

Aqui no Marketagem, temos o curso Meu Primeiro Cliente, que atende quem quer adquirir experiência e conhecimentos em Marketing Digital e quer vivenciar na prática a venda e execução de um projeto. 

Os alunos são apresentados para uma empresa, entendem as demandas dela e montam um projeto para atender o negócio ao decorrer do curso.

Na última aula, os alunos fazem uma apresentação do projeto em uma proposta comercial e se “der match” a empresa vira cliente, daí o nome do curso.

O que é mentoria

 

Quando você tem encontros com um especialista no assunto que quer aprender tendo como foco um objetivo profissional pré-determinado por você, isso é conhecido como mentoria.

Então na prática são aulas presenciais particulares personalizadas de acordo com a necessidade do aluno ministradas por experts no conteúdo abordado em cada módulo. 

Com grade curricular pensada especialmente para você, com base nos resultados que quer atingir na vida profissional, a mentoria requer conhecimento prévio de onde você está agora e onde pretende chegar. 

Por esse motivo, ao se matricular em uma mentoria Marketagem, é necessário participar de uma entrevista inicial para preenchimento de um formulário sobre seus objetivos com as aulas.

Dessa forma a personalização do conteúdo programático é feita junto com você.  

Como funciona a mentoria no Marketagem

  • No site, você tem acesso a uma grade curricular padrão que lista todos os assuntos que podem ser abordados naquela mentoria. Mas, o conteúdo das suas aulas vai variar de acordo com seu objetivo. Em uma Mentoria de Performance, por exemplo, você pode ter mais aulas de SEO e menos de e-mail (tudo será acordado no primeiro encontro). 
  • Depois que você entra em contato com a gente, é agendado um encontro para deixar bem claro seu objetivo com o aprendizado. Vamos supor que trabalhar no comercial de uma empresa seja seu plano. Então é aconselhado levar as vagas que pretende se candidatar. 
  • A maior parte das aulas (que são agendadas diretamente com o professor) é presencial. Mas, há um módulo online.
  •  Ao concluir a mentoria, há algumas horas de acompanhamento online via Skype para saber como você está se saindo. 

Tipos de mentoria

  • Mentoria em Marketing Digital: para quem conquistar uma vaga em Marketing Digital ou quer aprender sobre SEO, Google Ads, Facebook Ads, E-mail Marketing e Mídias Sociais para aplicar em seu próprio negócio.  
  • Mentoria Instagram: para quem quer entender tudo sobre essa rede social (planejamento, ferramentas, conteúdo e stories) para criar estratégias para seu próprio negócio ou atuar no mercado. 
  • Mentoria de Venda B2B: para quem quer entender tudo sobre o processo de vendas e suas estratégias, qualificação de leads, percepção do valor e proposta comercial para  atuar na área comercial ou de negócios seja em sua empresa ou no mercado de trabalho.   

Quando mentoria é a melhor opção 

O auxílio de experts pode fazer toda diferença na sua carreira. Mas, para isso, é necessário que você já saiba onde quer chegar.

Então, por exemplo, você quer crescer na carreira conquistando uma vaga na área de Analista de Marketing Digital. Então é o momento de fazer uma mentoria. 

  • Recomendada para quem está começando a empreender ou quer ser empreendedor
  • Recomendada para quem está procurando emprego em Marketing Digital 
  • Recomendada para quem está em fase de transição de carreira

O que é consultoria

 

É um serviço oferecido por especialistas em algo que sua empresa precisa de orientação profissional para atingir melhores resultados.

Para solucionar o problema do cliente, os consultores realizam um processo que inclui:

  • Diagnósticos
  • Desenvolvimento de projetos
  • Análises e relatórios
  • Identificação de oportunidades  
  • Orientações para solução do problema   

Consultor não é mentor 

Diferente do que ocorre em uma mentoria, na consultoria você vai pagar pela expertise do profissional que vai entregar soluções sob medida para sua empresa.

Para isso, o consultor irá analisar dados do seu negócio para realizar um diagnóstico preciso e propor soluções eficazes. 

Então, por exemplo, você é dono de um e-commerce e quer começar a investir em busca orgânica.

Para atingir seus objetivos, será necessário contratar uma consultoria de SEO porque um expert no assunto vai analisar a situação, entender suas demandas, identificar oportunidades e dizer o que terá que ser feito para sua empresa atingir melhores resultados.

O foco não é você aprender tudo sobre SEO para sozinho aplicar técnicas e estratégias na sua empresa.

Você vai receber orientações do expert para melhorar a performance do seu e-commerce com base em análises do seu Google Analytics, das páginas da sua loja virtual, das palavras-chave, etc. 

Quando contratar uma consultoria empresarial

Se você tem uma empresa ou atua como profissional liberal e precisa da análise de um especialista para melhorar resultados na área que ele domina é hora de contratar uma consultoria. 

Conclusão

Mentorias estão em alta no Brasil, mas isso não significa que são a melhor escolha para você.

Uma dica importante, que ajuda muito na decisão de qual método de ensino investir, é saber exatamente qual seu objetivo real com a aprendizagem.

Se for, por exemplo, turbinar seu currículo e fazer networking, os cursos presenciais são escolhas mais acertadas.

Mas, se for criar uma loja virtual de roupas ou conquistar uma vaga de Analista de Marketing Digital então a mentoria é recomendada.  

Já a consultoria é para profissionais liberais ou empresários que buscam soluções de especialistas para algo que não é expertise deles.

Mas, que precisa ser feito para obter melhores resultados para o negócio.   

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem
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