Autor: Guestpost

O que é um CRM e como ele pode ajudar a criar melhores campanhas de Marketing

Customer Relationship Management (CRM) é um software de gestão de relacionamento com clientes que facilita campanhas de Marketing Digital e as vendas

Um velho ditado já dizia: “quem não é visto, não é lembrado”. Em resumo, esse é o mantra ouvido em qualquer departamento de Marketing. Por isso, este setor tem fundamental importância para as empresas, sobretudo, quando a missão é divulgar produtos e serviços para milhares de consumidores.

Como todos sabem, apenas comunicar a existência de uma oferta é bem pouco. Uma solução com ótimo preço, anunciada para o público errado, é incapaz de trazer um bom retorno de investimento. É nessas horas que os profissionais de Marketing entram em ação. Planejar uma campanha sob medida para o target correto é sinônimo de faturamento crescente.

Até porque isso facilita bastante a prospecção de vendas. Com um bom material de apoio, os vendedores têm ferramentas suficientes para captar novos clientes. Entretanto, se eles baterem as metas com sucesso, além dos lucros, irão gerar uma quantidade enorme de dados sobre cada transação. 

É nesse momento que um sistema de CRM mostra o seu valor para o departamento de Marketing. Por meio dele, esses profissionais têm acesso imediato a informações relevantes para a criação de campanhas ainda mais eficazes.

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O que é um CRM?

O CRM é uma tecnologia criada para agregar, em apenas um único sistema, diferentes informações sobre os clientes, com o objetivo de apoiar os gestores a tomarem as melhores decisões.

Na verdade, esse software é muito mais do que isso. Com ele, o departamento de Marketing pode integrar outros sistemas, como plataformas para o envio automático de e-mail marketing, e até mesmo aplicativo de mensagens. Ao realizar a integração com o WhatsApp Business, por exemplo, uma única conta pode ter múltiplos usuários.

Apesar das inúmeras possibilidades que o CRM oferece, o maior benefício dele, sem dúvida, é proporcionar a chance de conhecer a fundo cada lead ou cada consumidor que se relaciona com uma empresa. 

Como criar melhores campanhas de Marketing com a ajuda do CRM?

É preciso deixar claro que inexiste uma fórmula perfeita para criar campanhas de Marketing com o apoio de um CRM. Às vezes, uma estratégia que funciona muito bem para uma empresa de pequeno porte é a menos indicada para outra de tamanho maior.

O ideal é que você, com o apoio de sua equipe, analise o que é melhor para o relacionamento entre a sua companhia e os seus clientes.

Use o CRM para criar campanhas de Marketing com foco em leads de alto valor

Nenhum outro sistema pode oferecer tamanha quantidade de informações das pessoas que, de alguma forma, interagiram com a sua empresa, como o CRM.

Ele fornece inúmeros dados sobre leads que têm alto potencial para se tornarem clientes fiéis. Por outro lado, com esse software, você pode conferir quais leads não têm muito valor, seja porque se conectam pouco com seu negócio, seja porque estão distantes do perfil de cliente que você procura.

Baseado nessas informações, o seu time de Marketing pode criar campanhas com foco nos leads que têm maiores chances de conversão. Dessa forma, sua empresa economiza tempo e, sobretudo, recursos financeiros.

Com as informações do CRM, crie conteúdo personalizado

Após definir em quais leads a sua empresa deve investir, é chegado o momento de elaborar um conteúdo sob medida para eles. O CRM, ao ser integrado com ferramentas de automação de marketing, permite a você criar e-mails personalizados. Em vez de chamar o lead por expressões como “Querido cliente” e afins, sua equipe tem a chance de enviar mensagens que o chamam pelo nome próprio.

Você pode até achar que isso tem pouco impacto na percepção das pessoas. Entretanto, em diversos segmentos, sobretudo, o mercado de luxo, já está provado a eficácia de se tratar o cliente pelo primeiro nome. Isso mostra o quanto o seu negócio está com foco total nas solicitações dele.

Mas isso é apenas o começo. Afinal, ao conhecer o seu público, será muito mais fácil a produção de conteúdo otimizado para seus produtos e serviços. E, além de reconhecer quem deve receber cada tipo de mensagem, procure ainda usar a linguagem do seu cliente.

Quanto mais você falar como ele, maiores serão as chances de ele ficar à vontade para negociar com a sua empresa.

Aumente a efetividade de suas campanhas integrando o CRM com outros sistemas

O CRM, além de organizar todas as relações entre os clientes e uma empresa, por meio de um único software, tem como vantagem competitiva a integração com outros sistemas. O setor de Marketing da sua empresa consegue, por exemplo, integrar o CRM com ferramentas de publicidade online, como o Google Ads

Dessa forma, você pode usar os seus sistemas favoritos no mesmo software, o que evita a necessidade de se utilizar diferentes senhas em diversas ferramentas. 

Crie campanhas de Marketing utilizando as métricas do CRM

A precisão dos dados organizados pelo CRM apresenta o cenário real sobre como suas campanhas de Marketing estão funcionando. Isso é essencial para que você possa se dedicar mais aos projetos que estão dando certo, e analisar os pontos de melhorias em campanhas com resultados abaixo do esperado.

Além disso, com o CRM, sua equipe de marketing consegue ver o estágio de cada cliente no funil de vendas. Assim, ela pode entender melhor quais são as barreiras para conversão, e, em quais dessas fases os leads estão mais dispostos para fechar negócio.

Conclusão

Criar suas campanhas a partir dos dados apresentados por um CRM é a forma mais eficaz de atingir um público-alvo. Com essas informações, seu departamento de Marketing tem a possibilidade de elaborar uma comunicação ainda mais precisa.

Afinal, qualquer conteúdo se torna muito melhor quando é possível saber, com exatidão, quem será o receptor daquela mensagem.

Em um mercado tão competitivo, saber como engajar uma conversa com o cliente deve ser a prioridade de toda empresa. Em especial, a sua.

Por Pedro Capistrano Ribeiro – Redator e UX Writer apaixonado pelo marketing, design e por ouvir boas histórias.

Para criar um site, é preciso saber programar?

Criar um site é essencial para o desenvolvimento do seu projeto ou negócio online, mas também para criar uma presença online sólida, que irá assegurar uma maior proximidade com seu lead ou cliente. Contudo, nem sempre o orçamento é o mais elevado para que você consiga criar um site que seja de seu interesse e que responda às necessidades de seu público-alvo.

Portanto, chega o momento em que há a seguinte questão, mesmo que seja necessário investir muito tempo: será que é necessário entender de códigos para conseguir criar seu site? Ora, essa é uma questão complexa e pessoal, para a qual obviamente não há uma resposta simples. Tudo depende do contexto, de seu tempo disponível, de sua estratégia enquanto empreendedor digital e também seus objetivos.

Por essa razão, decidimos ajudar com esse artigo completo, e com tutoriais de HTML e PHP, que poderão ser os primeiros passos a dar na hora de criar um site, fornecendo todas as chaves para você pesar os prós e os contras de codificar seu website ou não.

Primeira questão: o que significa aprender a codificar?

Atualmente, existem centenas de linguagens de computador diferentes e, obviamente, nem todas são úteis para a construção de um site. Em nada adianta entender como codificar um conteúdo de texto, quando em seu website é necessário estruturar e tornar responsivo, por exemplo. 

Assim, para entender melhor do que estamos falando, devemos primeiro relembrar o funcionamento geral de um site, que acaba se regendo pelos seguintes passos:

  1. Ao entrar em uma URL no navegador da web, você envia uma solicitação a esse servidor. 
  2. Dependendo da solicitação, o servidor da web chama o banco de dados ou executa certos scripts, enviando uma resposta de retorno ao navegador. 
  3. No lado do servidor, acaba-se usando uma linguagem de script como PHP, Python ou Ruby, entre outras. 
  4. Logo, essa linguagem de script gera um código HTML, sendo que esse navegador interpretará o código HTML para exibir a tal página da web. 

Portanto, usamos a linguagem HTML para estruturar o conteúdo de uma página, mas também CSS para o gerenciamento de estilos e JavaScript para energizar as páginas. Como no exemplo.

Toda essa linguagem também se chama de arquitetura web, que acaba explicando como é possível acessar um site e como a codificação faz com que seja possível receber leads e usuários em sua página.

O especialista Daniel Arend listou também 4 coisas que você precisa saber antes de criar um site. Confira as dicas no vídeo.

Passos para aprender a codificar seu site

Tendo uma maior compreensão de codificação em seu website entenda que, quando buscamos aprender a codificar para criar um site, tencionamos dominar a base mínima de conhecimento para criar um site que vá de A a Z.

Contudo, isso não significa, necessariamente, dominar uma linguagem de computador. Isso porque, a crescente simplicidade da linguagem CMS, um software pago como criadores de websites da Wix ou da Weebly, ou mesmo CMS de código aberto como o WordPress, torna possível criar um site sem um grande conhecimento prévio.

Porém, independente da sua escolha de CMS, as competências necessárias poderão variar bastante, como é possível concluir a partir desta tabela atualizada:

Tipo de websites Competências
Site de demonstração – software pago
Exemplo: Wix, Jimdo, Weebly
Sem necessidade de vasto conhecimento prévio.
Site de demonstração –
Exemplo de CMS de código aberto : WordPress ou Joomla
Configuração de hospedagem compartilhadaConhecimento mínimo de HTML/ CSSEntendimento mínimo de PHP e SQL: sendo útil, mas não necessário.
Site de E-commerce – CMS de código aberto ou outro tipo de site personalizado  Administração de servidor dedicadoHTML/ CSS: nível médioPHP (ou outra linguagem de servidores): nível médioJavascript: nível base.

Podemos, portanto, concluir que, na maioria dos casos, alguém sabe como codificar o seu site quando tem um bom comando de uma linguagem no lado do servidor. Por conseguinte, o domínio de HTML/ CSS – ou até mesmo alguns fundamentos em Javascript -, costuma ser muito natural, quando se aprende PHP.

Casos em que não é necessário saber codificar

Já não tem tempo suficiente para codificar seu website

Para que perceba se vale a pena aprender a codificar seu website, deve-se entender qual é sua disponibilidade e tempo. Isso porque, iniciar um site, com um negócio ou projeto online de base, não se trata apenas de desenvolver o site. 

Tudo o que passe por aquisição de tráfego, estratégias de marketing, processamento de leads, parcerias, financiamento, gerenciamento de profissionais, bem como outros requerimentos, vão acabar pesando em seu tempo. 

É preciso se concentrar, enquanto empreendedor digital, em pontos nas áreas que você vai ter o maior valor agregado possível. Por exemplo, só porque você não conseguiu motivar um desenvolvedor web a se juntar ao seu projeto, não significa que você precise de imediato se tornar em um desenvolvedor ou codificador.

Entenda que saber contratar bons profissionais, quer sejam em agências online ou até mesmo freelancers, poderão não só poupar muito de seu tempo precioso como, a custos menos elevados, possam resolver seu problema – respeitando suas exigências -, a um nível profissional.

Lembre-se que, quer seja uma página web, ou o próprio website, terão que fazer sentido com seu negócio online, tendo um padrão e indo de acordo com seus objetivos.

Considere um software que simplifique a criação de seu site

Caso você esteja buscando um site de demonstração, tais como apresentação de serviços, produto, blog ou de portfólio pessoal, saiba que existem diferentes criadores de website que vão simplificar muito sua vida.

Exemplos claro desses softwares são o Wix, Jimdo ou até mesmo o Shopify, que focam mais na construção de lojas online. Ora qualquer uma dessas opções, apresentando já dezenas de templates de alta qualidade, por valores entre os 30 a 300 reais por mês, irão dar acesso a uma interface e dashboard muito simples para editar seu website. Em muitos casos, até poderá comprar aplicativos, para tornar seu website ainda mais apelativo e completo.

Porém, tenha em consideração que esse software oferece menos flexibilidade do que um CMS de código aberto como WordPress. Ainda assim, são muito mais fáceis de editar e construir, principalmente para um empreendedor que não tenha conhecimento em codificação de websites.

SIM, é necessário você aprender a codificar seu site

Os conhecimentos obtidos irão o ajudar a crescer

Claramente, se considera que é mais do que capaz em codificar um website, tendo também auxílio de linguagens e plataformas, com certeza irá se tornar muito mais valioso, criar um website que vai de encontro com o que você pretende.

Para além disso, ao compreender melhor o funcionamento de seu site, sua arquitetura, suas restrições, você estará muito mais apto a orientar as melhorias desse mesmo site. Ou seja, você terá ideias mais relevantes, mais precisas e, acima de tudo, estará em melhor posição para implementar um processo de melhoria contínua. É importante também realçar que uma cultura técnica mínima adquirida é muito útil em marketing online. Isso porque, o saber nunca ocupou lugar, como se costuma dizer.

Esses são alguns exemplos de como ter um conhecimento profundo na construção de seu website poderá ajudar: reconhecimento de um plano sólido na marcação das Análises (dashboard), modelos de e-mail HTML, monitoramento da capacidade de entrega, consultas SQL para um painel, entre outras competências. Também no web design, uma cultura técnica mínima, pelo menos a nível HTML / CSS, será sempre muito útil.

Eis outros exemplos que farão repensar como saber como codificar o poderá ajudar enquanto dono de um website:

  • Site não está funcionando: terá uma percepção melhor dos problemas, que pode ir muito além da capacidade do servidor.
  • Problemas com automatização de conteúdos: mesmo em sites de demonstração existem problemas. Por isso mesmo é que é importante entender como os poderá resolver rapidamente.
  • Modificar páginas web e sua estrutura: ao saber codificar, não estará dependente da contratação de um profissional, poupando muito tempo e valor de seu orçamento. Porém, se você precisar realmente contratar uma empresa para criar seu site, é importante que ela entregue não apenas um site pronto com lorem ipsum, mas com conteúdo produzido e otimizações iniciais para aparecer no Google ou outros buscadores. 
  • Usuário relata um problema em seu site: poderá agir no momento, não correndo o risco de perder potenciais leads ou até mesmo potenciais clientes, porque, por exemplo, seu site não está funcionando corretamente, podendo até mesmo estar fora do ar.

Tem alternativas sólidas para aprender a codificar com facilidade

Cada vez mais, existem alternativas e formas de aprender a codificar, dando especial realce a soluções tais como: o surgimento de MOOCs, cursos online interativos e gratuitos como o CodeAcademy e até programas nacionais para promover a educação da codificação informática, tudo porque, cada vez mais, se acredita que o conhecimento avançado de codificação poderá ser determinante para conseguir responder às necessidades do mercado.

Assim, ao contrário do que muitas pessoas possam pensar, codificar páginas web ou até mesmo um site inteiro já não dá as dores de cabeças ou até as despesas, como no passado. Atualmente, para além da muita informação online grátis, terá acesso a CMS aberto e até plataformas de baixo custo que darão as bases para que você comece rapidamente construindo seu website, sem que tenha necessariamente que ultrapassar seu orçamento inicial.

No final, o aprendizado irá permitir que você tenha um maior conhecimento de seu negócio e website, respondendo mais rapidamente a todas as necessidades que surjam pelo caminho.

Conteúdo feito em parceria com a Webolto, de Portugal,  que é especialista em suporte a empreendedores digitais nas diferentes fases dos projetos: gestão. design e marketing.

Quero começar um e-commerce, o que preciso fazer?

Com um mundo em que as pessoas estão cada vez mais conectadas, é normal que boa parte das compras seja feita pela internet. Nesse cenário, vender pela internet se torna uma alternativa cada vez mais interessante.

Se você está pensando em como trabalhar com e-commerce, este post vai trazer um panorama do mercado e algumas dicas para dar os primeiros passos. Está preparado?

O mercado brasileiro

Um estudo realizado pelas empresas eBit e Nielsen mostrou que o faturamento do e-commerce no Brasil aumentou 18% em relação a 2017 no Brasil. 74% dos consumidores preferem comprar online no nosso país.

É o que mostra uma pesquisa do NZN Intelligence, que aponta também que 82% da população brasileira com acesso à internet já adquiriu produtos pela internet.

Uma pesquisa encomendada pelo Google indica ainda que, nos próximos anos, o mercado brasileiro de e-commerce deve continuar com um crescimento de dois dígitos.

Números promissores, não é mesmo?

Se você está animado para trabalhar com e-commerce, preparamos algumas dicas com os primeiros passos, desde o planejamento, até, realmente, colocar a mão na massa para criar seu site. Vamos lá?

1. Escolha que produtos vender

A primeira coisa para quem quer criar uma loja virtual é definir quais produtos serão vendidos. Você deve levar em conta que já existem milhares de lojas virtuais, então precisa se diferenciar.

Portanto, uma dica é escolher um nicho bem específico. Lembre-se que, se você escolher produtos muito genéricos, precisará concorrer com grandes varejistas online.

Então, por exemplo, ao invés de vender produtos de papelaria, você pode se especializar na produção de cadernos com capas personalizadas.

Além disso, é importante trabalhar com artigos sobre os quais você tenha algum conhecimento.

Fica bem mais fácil lidar com algo que você domina e gosta!

2. Saiba para quem vai vender

Você já sabe o que vai vender, agora precisa definir para quem. Quanto melhor você conhecer o público que está tentando atingir, melhores serão suas estratégias. Se você souber o perfil do seu consumidor, vai saber quais são suas dores e como resolvê-las com seu produto.

Por isso, a ideia é criar personas, ou seja, personagens fictícios que seriam seus clientes ideais.

Trace um perfil com idade, sexo, profissão, hábitos, aspirações e desejos. Você deve fazer isso para conseguir identificar melhor a jornada do consumidor.

Isto quer dizer que você vai prever qual o caminho que um usuário fará na internet nos momentos em que procura um produto, conhece sua marca e faz uma aquisição.

Se você tiver tudo isso previsto, fica mais fácil planejar como sua marca vai agir para entrar em contato com esse potencial cliente e, consequentemente, vender mais.

3. Conheça seus concorrentes

Por mais que você se diferencie, é pouco provável que sua marca seja a única do ramo.

Portanto, é importante mapear seus concorrentes e saber como eles estão trabalhando. Dessa forma, você consegue ver o que o mercado já está fazendo, absorver aquilo que é bem recebido pelo público e melhorar o que não está bom. 

Além disso, olhar para a concorrência vai te ajudar a ter uma noção para a precificação dos seus produtos e de como você vai posicionar sua marca no mercado.

Isso significa que você deve estabelecer se vai cobrar mais caro e oferecer um produto ou serviço mais completo que os concorrentes; ou, então, se vai tentar ganhar a clientela com preços mais baixos.

4. Crie seu e-commerce

Agora que você já definiu a estratégia inicial, chegou a hora de criar seu site.

Existem duas formas para que você faça isso: usar uma plataforma de e-commerce ou contratar um desenvolvedor.

Com a plataforma, você vai pagar uma mensalidade e ter um template personalizável para criar sua loja.

Além disso, você terá integração com vários aplicativos de meios de pagamento e de frete.

Já com o desenvolvedor, você terá maior liberdade para personalizar seu e-commerce exatamente como quiser, mas os custos serão mais altos, uma vez que toda a base será criada do zero.

Além disso, toda vez que você precisar fazer uma alteração, precisará da ajuda desse profissional.

Se você está pensando em como trabalhar com e-commerce, também precisa ficar atento a alguns detalhes.

Quando for fazer o cadastro dos produtos, capriche nas descrições e coloque boas fotos.

É assim que seu cliente vai conhecer os artigos, além de os textos sobre os produtos ajudarem no SEO da sua loja virtual.

5. Planeje o marketing digital

Depois de criar sua loja virtual, você precisa pensar em estratégias para que as pessoas a conheçam. O marketing digital é um grande aliado nesse quesito, além de ser financeiramente mais acessível que as ações offline e de permitir que você faça o monitoramento do comportamento das pessoas na internet.

Você pode criar estratégias de anúncios no Google e nas redes sociais, além de criar conteúdo nas suas páginas para atrair mais consumidores.

Mas, lembre-se, monitorar os resultados deve servir para que você possa otimizar suas campanhas!

6. Tenha paciência

Como trabalhar com e-commerce exige, à primeira vista, coisas menos complexas do que abrir outros tipos de negócio, as pessoas tendem a achar que vai ser mais fácil.

Assim como em qualquer outra empresa que você vá criar, o trabalho vai ser intenso!

Pode ser que você comece devagar, mas tenha calma!

Tire seu tempo para entender bem seu mercado e dar cada um dos passos de forma estratégica.

Entenda como sua operação vai funcionar para que você possa ter um crescimento saudável.

Com paciência, disciplina e trabalho duro, seu site vai começar a crescer.

Apesar de o mercado de e-commerces ser competitivo, há diversas oportunidades! O que você está esperando para abrir sua loja virtual?

Victoria Salemi

Victoria Salemi

Editora de Conteúdo na Nuvemshop

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